"O que hoje é verdade amanhã é mentira!" Será!?

terça-feira, fevereiro 06, 2007

(IN)TEMPORARIAMENTE DESACTUALIZADO

ESTE BLOG ENCONTRA-SE (IN)TEMPORARIAMENTE DESACTUALIZADO E PARADO NO TEMPO.

Mas, para quem desejar consultar informação sobre a maior potência desportiva nacional e segunda maior do mundo em número de títulos nas diversas modalidades, pode visitar: ran.blogs.sapo.pt

quarta-feira, novembro 29, 2006

No grande derby lisboeta Deco apoia o...


«Estou a torcer pelo Sporting, pois é lá que joga o Alecsandro, o meu cunhado.»

sábado, novembro 25, 2006

Haja alguém sensato, lá para os lados da Luz

"Temos de passar do maior para o melhor clube do mundo." - Rui Costa, jogador do SL Benfica.

"Não sou bandeira para vender kits!"

(Será!? Fora isso, não estou bem a ver quais as funções do Rui Costa actualmente... Mas enfim, se calhar serve de promotor do departamento médico do Benfica...)

sábado, novembro 11, 2006

Um dia caótico... como tantos outros, neste país

Toca o despertador. Acordo sobressaltado, com pouca vontade de me levantar, para não fugir à rotina. Deixo-me ficar mais um pouco na cama, pensando que mais um ou dois minutos não farão diferença neste início de dia de trabalho. Ganho coragem e, finalmente, levanto-me. Olho para o relógio e vejo que afinal já não me resta assim tanto tempo para me aprontar. Lavo-me e visto-me de forma célere, sem tempo de ver ou escutar qualquer tipo de noticiário. Saio de casa.
Chego à rua. Busco o local onde estacionei a minha viatura. Entretanto, não posso deixar de reparar que os contentores do lixo transbordam por todos os lados e o amontoado de lixo à volta começa já a ser desagradavelmente impressionante. Acho estranho. Mas não faço caso e sigo viagem, colocando antes um calmo CD para me ir entretendo. Rumo para o trabalho, mas não sem antes passar pelo consultório do meu médico de família, pois tinha consulta marcada há já alguns meses. No caminho, reparo que o fluxo de trânsito é superior ao normal. Não ligo. Chego ao consultório, dou com a cara na porta. O médico não vem hoje! – ouço dizer a outro utente que como eu ansiava pela sua consulta há meses marcada. Estranho de novo. Apetece-me pedir esclarecimento e responsabilidades a alguém, mas não há ninguém para o fazer, e o meu tempo já escasseia.
Faço-me à estrada, até à estação de metro, que ir de carro, à hora de ponta, para o centro de Lisboa é de doidos. Estaciono a viatura. Antes, já havia reparado em várias e longas filas de gente à espera de autocarros que não é costume ver por ali. Mais uma vez, estranho. Vou até à porta da estação. Fechada! Não há metro! Ao mesmo tempo que me deparo com mais aquela estranha situação, liga-me o meu filho: Pai, não tenho escola. Os professores e os outros funcionários não vêm. Podes-me vir buscar? Questiono-me sobre o que se está a passar realmente. Será que é hoje o fim do mundo e ninguém me avisou!?
Volto ao volante do meu automóvel. Que remédio! Lá tenho eu de ir buscar o miúdo.
Vou a meio do caminho, embutido num trânsito infernal, quando a velocidade de conta-gotas pára e, consequentemente, ali fico parado no meio de uma enormidade descomunal de carros. Há uma manifestação, ali à frente! – informa um agente da autoridade não a quem passa mas a quem queria passar, como é infelizmente o meu caso. Sem argumentos para fazer outra coisa que seja, espero e desespero.
Ligo à minha mulher, para saber como correu a ida à repartição de finanças: Não me digas nada! – exclama logo ela num tom bastante enervado – Não havia autocarros. Tive que ir a pé. E imagina tu que chego lá e estava fechada. Ouço os lamentos da minha esposa, como se tivesse opção de não o fazer, e lá permaneço: dentro do automóvel, parado, atrasado para o emprego, com o filho à espera (pois nem quero pensar no patrão), com uma consulta, que demorou meses para conseguir, desmarcada e com a mulher a berrar-me aos ouvidos, porque as finanças estavam fechadas e depois, como era perto, tentou ir renovar o bilhete de identidade à loja do cidadão, pois estava prestes a caducar, e voltou a ficar à porta. Volto a questionar-me: será que é mesmo hoje o dia do juízo final e eu não estou informado!?
A minha estranheza por aquele sui generis dia, ou apenas início dele, é imensa. Tiro o CD do leitor. Sintonizo a rádio numa estação emissora de informações com regularidade, para ver se ficava, finalmente, a saber o que se passava. Greve na função pública afecta todo o país. – escuto, quase incrédulo comigo mesmo, por não me ter apercebido antes, através de todos aqueles sinais com que me havia deparado. Até parece que é a primeira vez que isto acontece.
Desligo, desde logo, o auto-rádio. Já sabia tudo o que tinha que saber: hoje é dia de caos! Onde tinha eu a cabeça? Por uma manhã, esqueci-me que vivia em Portugal, aquele país onde em plena crise económica não se trabalha à sexta-feira (ou à quinta, se sexta for feriado), tudo pela defesa dos direitos dos trabalhadores, pela melhoria de salários e benefícios dos mesmos e, acima de tudo, pelo interesse do país (mais que não seja pelos milhões de euros que o estado poupa em salários dos ditos funcionários públicos em greve).
Não trabalhamos! Exigimos mundos e fundos! E ainda vamos de fim-de-semana prolongado! Estamos ou não estamos no rumo certo? Parece que o fundo do poço deve ser o único destino, e, enquanto isso não chega, a União Europeia vai puxando as últimas e já finas cordas onde nos podemos, ainda, tentar agarrar e trepar. Mas, assim, não esperem facilidades... Sem esforço e sacrifícios (de todos!) não se vai a lado nenhum.
Haja bom senso, meus senhores!

quarta-feira, novembro 08, 2006

Andebol português visita cidade mais poluída do mundo

(in O Jogo, 07-11-2006)
Águas Santas na cidade mais poluída do planeta


Chelyabinsk foi exposta a 20 vezes mais radiações nucleares do que Chernobyl
RUI GUIMARÃES

Chelyabinsk, a cidade russa (localizada a cerca de 130 km da fronteira com o Cazaquistão) para onde o Águas Santas parte depois de amanhã, para jogar as duas mãos da terceira eliminatória da Taça Challenge, foi considerada por vários cientista como a mais poluída da terra.
Dito assim pode soar a exagero, a algo difícil de acreditar, mas um documentário realizado pelo polaco Slawomir Gunberg, que lhe valeu um dos vários galardões da sua carreira, intitulado "Chelyabinsk: o lugar mais contaminado da terra", explica, sem rodeios, a história desta longínqua região do leste europeu e que por estar tão longe de Portugal vive cinco horas à nossa "frente"!

Mas mais do que o filme, o facto desta cidade ter estado fechada mais de 45 anos é um dado sintomático. Apenas em Janeiro de 1992, um decreto assinado pelo então presidente Boris Yeltsin, alterou a situação.

Tudo começou em 1940. Já lá vão muitos anos, mas as ocorrências a partir de então vividas foram bem mais graves ainda. É nesse ano que se dá a construção de um complexo para o fabrico de bombas atómicas, chamado Makay, que viria a ser a causa de três gravíssimos acidentes e que levou a que mais de meio de milhão de pessoas tivessem estado expostas a 20 vezes mais radiações nucleares do que as que foram afectadas pelo acidente de Chernobyl (Ucrânia), em Abril de 1986.

Durante mais de seis anos, o complexo Makay despejou o seu lixo radioactivo para o rio Techa, a única fonte de água para 24 povoações, sendo que nunca nenhuma delas foi evacuada e só recentemente as autoridades russas explicaram os motivos que levaram à aplicação de cercas com arame farpado em grande parte das suas margens. Só por causa destes despejos de lixo, dizem os cientistas, as pessoas que ali viviam foram expostas a quatro vezes mais radiações do que aquelas que viveram a tragédia de Chernobyl.

É em 1957 que se dá nova calamidade. Devido ao mau funcionamento do sistema de arrefecimento do complexo Makay, uma explosão atirou para a atmosfera mais de 20 milhões de curies (medida) de radioactividade, expondo mais de 270 mil pessoas ao mesmo nível de radiações que afectaram as vitimas do mais famoso dos acidentes nucleares.

Por fim, em 1967, o terceiro desastre. Um período de seca fez baixar o leito do rio, tendo alguns ventos fortes, próprios da região, levantado poeiras radioactivas que se espalharam por uma área de cerca de 25 mil quilómetros quadrados. Calcula-se que foram afectadas cerca de 435 mil pessoas, por cerca de cinco milhões de curies, aproximadamente o mesmo que aconteceu em Hiroxima aquando do rebentamento da bomba atómica a 6 de Agosto de 1945 e que originou a morte, naquela cidade japonesa, a 221 893 mil pessoas.

Em suma, milhões de pessoas foram afectadas na região, expostas a elevados níveis de radiações nucleares, dai resultando muitas mortes, doenças graves e sofrimentos que duraram gerações.
No entanto, poucas são as pessoas que têm conhecimento destes acidentes. Farida Shaimardanova, uma professora entrevistada no documentário de Slawomir Gunberg, explica o motivo: "Ninguém sabe nada de nós. Chernobyl aconteceu, mas era Europa. A poluição chegou a outros países e o mundo ficou aborrecido. Mas nós, nas profundezas da Rússia? Ninguém sabe de nada, ninguém no Mundo quer saber se estamos aqui fechados e entregues a nós mesmos"...

A cidade dos tanques

Chelyabinsk é uma cidade da Rússia, localizada no Oeste da Sibéria, perto dos montes Urais (marcam a fronteira entre os continentes europeu e asiático). Tem mais de 1200 mil habitantes e é uma cidade universitária, servida por uma razoável rede de metro.

É conhecida por cidade dos tanques, uma vez que, durante a II Guerra Mundial, Stalin desviou para ali a produção de tanques T-34 e de foguetes Katyusha.

Fonte: O Jogo

quinta-feira, novembro 02, 2006

Gary Caldwell: ponta-de-lança do Benfica...por uma noite


Gary Caldwell - é este o nome do homem que ajudou o Benfica a marcar os seus primeiros golos na presente edição da Liga dos Campeões, dando assim um forte contributo para a primeira vitória das águias na mesma competição.
Caldwell, defesa do Celtic de Glasgow(!?), foi o autor do primeiro golo do Benfica, num "supremo" auto-golo, sem dar chances de defesa ao guardião da formação escocesa.
No segundo golo dos encarnados lá apareceu o internacional escocês de novo, numa "magistral" assistência de cabeça (ou cara,ou nariz...nem ele deve ter percebido, coitado) para Nuno Gomes. Claro que este, certamente, agradeceu e facturou o segundo tento para a equipa lisboeta.
Para fechar em beleza, e porque não há duas sem três, Caldwell quis, mais uma vez, ter algum protagonismo no ataque benfiquista, abrindo as pernas para que o remate do recém entrado Karyaka acabasse nas redes do clube verde-e-branco.
Thank you, Mr.Caldwell! Os benfiquistas agradecem a generosidade.

domingo, outubro 29, 2006

E ao 8ºjogo foi de vez!

O Estrela da Amadora conseguiu, finalmente, atingir a primeira vitória na Liga Bwin, ao vencer a formação do Vitória de Setúbal por 1-0. O golo da equipa da Reboleira foi marcado por Paulo Sérgio, aos 80 minutos, num potente remate sem hipóteses para o guardião Nelsón, que fazia a sua estreia pela formação sadina.
O Estrela conseguiu assim fugir ao último lugar da classificação, passando esse fardo para a equipa do Desportivo de Aves. O plantel tricolor soma agora 4 pontos, enquanto que o lanterna vermelha tem apenas 2.

Nem tudo o que parece é...


Este episódio caricato passa-se, supostamente, nos Açores. Não sei ao certo qual será o objectivo de esconder um radar atrás de uma imagem em tamanho real de um carro e de um agente da autoridade. Talvez seja apenas para confirmar que os condutores só tiram o pé do acelerador quando sabem ou pensam que há polícia por perto...Será!?